
Cavaco Silva vai questionar o Orçamento de Estado para 2009 apresentado pelo Governo de José Sócrates. O Presidente da República considera que as contas do Executivo para o próximo ano não representam a realidade económica.
O Presidente da República tem 20 dias desde a semana passada para promulgar o documento e costuma fazê-lo na semana que separa o Natal do Ano Novo para que possa entrar em vigor a 1 de Janeiro. No entanto, segundo o semanário ‘Sol’, citando fonte da Presidência, não faz sentido aprovar o Orçamento quando este está fora da realidade, quer nas receitas, quer nas despesas.
Por isso, Cavaco Silva deve esticar o prazo de promulgação ao máximo para pedir esclarecimentos ao Governo, adiando a aprovação do diploma até meados de Janeiro.
Outro cenário possível é pressão do Presidente da República sobre o Governo para actualizar os dados com um Orçamento rectificativo.
O próprio ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, já admitiu que alguns dados podem estar desactualizados face à crise internacional.
O PS não quer para já comentar os eventuais cenários, aguardando por uma decisão oficial da Presidência de Belém para tomar uma posição.
O Presidente da República tem 20 dias desde a semana passada para promulgar o documento e costuma fazê-lo na semana que separa o Natal do Ano Novo para que possa entrar em vigor a 1 de Janeiro. No entanto, segundo o semanário ‘Sol’, citando fonte da Presidência, não faz sentido aprovar o Orçamento quando este está fora da realidade, quer nas receitas, quer nas despesas.
Por isso, Cavaco Silva deve esticar o prazo de promulgação ao máximo para pedir esclarecimentos ao Governo, adiando a aprovação do diploma até meados de Janeiro.
Outro cenário possível é pressão do Presidente da República sobre o Governo para actualizar os dados com um Orçamento rectificativo.
O próprio ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, já admitiu que alguns dados podem estar desactualizados face à crise internacional.
O PS não quer para já comentar os eventuais cenários, aguardando por uma decisão oficial da Presidência de Belém para tomar uma posição.
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