
Está envolta em grande mistério a morte de Dulce Moreira, de 44 anos, a agente imobiliária de Viseu que anteontem o filho encontrou degolada na casa de banho de uma casa que foi mostrar a um suposto cliente, no Bairro de Santa Eugénia. A vítima deu luta ao assassino, que terá actuado de luvas porque foram encontrados poucos vestígios no corpo e na faca, de 20 centímetros de lâmina, que foi deixada no local.
"Roubaram-na e depois cortaram-lhe a garganta a sangue-frio", contou ao CM o filho da vítima. Fernando Moreira, de 29 anos, suspeita de que a mãe "caiu na ratoeira de alguém que a queria roubar". A PJ procura o homicida e não descarta qualquer hipótese. Segundo fonte policial os motivos mais consistentes são o roubo, vingança pessoal ou problemas de negócios.
Os inspectores da PJ, acompanhados pelo filho, fizeram ontem o percurso que a vítima tinha por hábito fazer. Foram ao escritório e analisaram os contactos telefónicos efectuados na segunda-feira pela agente imobiliária – que era conhecida da cidade pela "grande capacidade em alugar apartamentos".
A PJ investiga também o aparecimento, ontem de madrugada, de um carro incendiado no Bairro de São João da Carreira, e ainda o facto de dois homens – um deles com as mãos ensanguentadas – terem estado a jantar num restaurante perto do escritório da vítima e depois saído sem pagar a conta.
Dulce Moreira vivia e trabalhava em Viseu há cerca de quinze anos, mas é natural da zona de Mafra.
A única irmã, Maria Manuela Ferreira, de 59 anos, e a mãe vivem no centro de Lisboa. "Ainda nem consigo acreditar no que aconteceu" desabafa Maria Manuela ao CM. "Ela era uma trabalhadora incansável, e quando chegou a Viseu revolucionou o mercado imobiliário na cidade. Vendia e alugava casas a preços mais altos e criou muitas rivalidades no meio", conta a irmã.
PORMENORES
SUSTENTO DA FAMÍLIA
Dulce Moreira deixa dois filhos e o marido, que tem 75 por cento de incapacidade física.
AUTÓPSIA É HOJE
O corpo vai ser hoje de manhã autopsiado, na presença de elementos da PJ. O funeral ainda não está marcado.
"Roubaram-na e depois cortaram-lhe a garganta a sangue-frio", contou ao CM o filho da vítima. Fernando Moreira, de 29 anos, suspeita de que a mãe "caiu na ratoeira de alguém que a queria roubar". A PJ procura o homicida e não descarta qualquer hipótese. Segundo fonte policial os motivos mais consistentes são o roubo, vingança pessoal ou problemas de negócios.
Os inspectores da PJ, acompanhados pelo filho, fizeram ontem o percurso que a vítima tinha por hábito fazer. Foram ao escritório e analisaram os contactos telefónicos efectuados na segunda-feira pela agente imobiliária – que era conhecida da cidade pela "grande capacidade em alugar apartamentos".
A PJ investiga também o aparecimento, ontem de madrugada, de um carro incendiado no Bairro de São João da Carreira, e ainda o facto de dois homens – um deles com as mãos ensanguentadas – terem estado a jantar num restaurante perto do escritório da vítima e depois saído sem pagar a conta.
Dulce Moreira vivia e trabalhava em Viseu há cerca de quinze anos, mas é natural da zona de Mafra.
A única irmã, Maria Manuela Ferreira, de 59 anos, e a mãe vivem no centro de Lisboa. "Ainda nem consigo acreditar no que aconteceu" desabafa Maria Manuela ao CM. "Ela era uma trabalhadora incansável, e quando chegou a Viseu revolucionou o mercado imobiliário na cidade. Vendia e alugava casas a preços mais altos e criou muitas rivalidades no meio", conta a irmã.
PORMENORES
SUSTENTO DA FAMÍLIA
Dulce Moreira deixa dois filhos e o marido, que tem 75 por cento de incapacidade física.
AUTÓPSIA É HOJE
O corpo vai ser hoje de manhã autopsiado, na presença de elementos da PJ. O funeral ainda não está marcado.
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