
Novo máximo desde Dezembro de 2007
Crise 'dispara' Euribor para 4,8 por cento
As taxas Euribor, os indexantes mais utilizados no crédito à habitação em Portugal, continuam em alta. Esta segunda-feira, superaram os 4,8 por cento, registando um novo máximo desde Dezembro de 2007, um sintoma de que a crise continua a persistir no mercado monetário.
A subida registada hoje afectou todas as taxas. A Euribor a 6 meses avançou para os 4,817 por cento, superando pela primeira vez, desde meados de Dezembro último, a fasquia dos 4,8 por cento. Por sua vez, a Euribor a 3 meses subiu para os 4,805 por cento e a Euribor a 12 meses chegou aos 4,825 por cento.
No caso da Euribor a 6 meses, a subida verificada esta segunda-feira foi a sétima consecutiva, sendo que nas últimas 15 sessões esta taxa de juro nunca desvalorizou. Esta nova subida terá um impacto negativo no orçamento familiar, que será agravado pelo valor mensal da prestação para pagar o crédito da casa
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